Secretário revela que Ricardo achou 90% das obras paradas.
A atual gestão do Governo do Estado, iniciada há pouco mais de duas semanas, encontrou aproximadamente 90% das 196 obras e projetos existentes na Paraíba parados. Os dados são da Secretaria de Infraestrutura O governador Ricardo Coutinho deu prazo de 30 dias, desde o início da gestão, para que os secretários façam levantamento da situação de todos os projetos e obras existentes para planejar suas execuções. Estima-se que, inicialmente, serão necessários R$630 milhões para concluir as obras em andamento e projetos que ainda não saíram do papel. Nenhum dos projetos iniciados no governo anterior será descartado.
As obras são tratadas em três segmentos separados: obras de infraestrutura, recursos hídricos e Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). De acordo com secretário de Recursos Hídricos e interino da secretaria de Infraestrutura, João Azevedo, foram mapeadas 147 obras de infraestrutura - que vão de construções até pequenas reformas -, 38 ações do PAC e 11 referente a recursos hídricos. "Iremos aproveitar o que foi feito em governos anteriores. Há obras paralisadas que desde a gestão de Cássio Cunha Lima (Entre 2003 e 2009) ainda não foram concluídas, como projetos que não iniciaram a fase de execução, mas tudo será feito. Há uma determinação do governador de concluir todas as obras", revela o secretário.
Os motivos apontados pelo atual governo para quase todas as obras estarem paralisadas vão desde a falta de recebimento de recursos, problemas de ordem legal e pendências nos projetos, que acabam inviabilizando a execução. Segundo João Azevedo, a prioridade será destravar as obras com pendências financeiras e legais para dar prosseguimento às fases de execução.
Das 38 obras do PAC, três são referentes à habitação, 24 saneamentos e 11 projetos, dos quais nenhum saiu do papel. Quase todas as obras, cuja a execução já se iniciou, estão paralisadas ou em ritmos lento. Nas obras de recursos hídricos, João Azevedo afirma que, das 24 existentes, apenas duas estão funcionando em ritmo normal. O mesmo panorama é encontrado nas obras de infraestrutra que, das 147 existentes, quase todas também estão paradas.
Os recursos necessários, no entanto, não serão apenas da esfera estadual, há convênios com empresas, além de verba do Governo Federal. Quase metade do valor necessário para dar continuidade à execução das obras será empregado nas obras de infraestrutra de responsabilidade da Secretaria de Planejamento (Seplan). Será necessário investir R$300 milhões naquelas obras, enquanto o PAC deverá consumir R$200 milhões e obras de recursos hídricos R$130 milhões.
Prioridades
Dentre as obras prioritárias estão a conclusão do Centro de Convenções, as várzeas de Sousa, a 2ª etapa da adutora do Congo e a translitorânea, que auxilia no abastecimento de água de João Pessoa. De acordo com João Azevedo, a translitorânea é a que se encontra em situação mais complicada para ser destravada. "Além de empecilhos à sua execução, há problemas no projeto, no Tribunal de Contas da União (TCU) e demais problemas legais", revela. Integrante do pacote de obras do PAC, a translitorânea, uma das maiores obras de saneamento do Estado, beneficiará mais de 1,5 milhão de paraibanos de João Pessoa, Bayeux, Santa Rita, Cabedelo e Conde. O Centro de Convenções, uma das obras mais esperadas do governo de José Maranhão, também encontra-se paralisada e tão logo sejam resolvidas as pendências financeiras e legais, os trabalhos serão retomados, diz Azevedo.
Da redação / Nordeste1 com O Norte
As obras são tratadas em três segmentos separados: obras de infraestrutura, recursos hídricos e Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). De acordo com secretário de Recursos Hídricos e interino da secretaria de Infraestrutura, João Azevedo, foram mapeadas 147 obras de infraestrutura - que vão de construções até pequenas reformas -, 38 ações do PAC e 11 referente a recursos hídricos. "Iremos aproveitar o que foi feito em governos anteriores. Há obras paralisadas que desde a gestão de Cássio Cunha Lima (Entre 2003 e 2009) ainda não foram concluídas, como projetos que não iniciaram a fase de execução, mas tudo será feito. Há uma determinação do governador de concluir todas as obras", revela o secretário.
Os motivos apontados pelo atual governo para quase todas as obras estarem paralisadas vão desde a falta de recebimento de recursos, problemas de ordem legal e pendências nos projetos, que acabam inviabilizando a execução. Segundo João Azevedo, a prioridade será destravar as obras com pendências financeiras e legais para dar prosseguimento às fases de execução.
Das 38 obras do PAC, três são referentes à habitação, 24 saneamentos e 11 projetos, dos quais nenhum saiu do papel. Quase todas as obras, cuja a execução já se iniciou, estão paralisadas ou em ritmos lento. Nas obras de recursos hídricos, João Azevedo afirma que, das 24 existentes, apenas duas estão funcionando em ritmo normal. O mesmo panorama é encontrado nas obras de infraestrutra que, das 147 existentes, quase todas também estão paradas.
Os recursos necessários, no entanto, não serão apenas da esfera estadual, há convênios com empresas, além de verba do Governo Federal. Quase metade do valor necessário para dar continuidade à execução das obras será empregado nas obras de infraestrutra de responsabilidade da Secretaria de Planejamento (Seplan). Será necessário investir R$300 milhões naquelas obras, enquanto o PAC deverá consumir R$200 milhões e obras de recursos hídricos R$130 milhões.
Prioridades
Dentre as obras prioritárias estão a conclusão do Centro de Convenções, as várzeas de Sousa, a 2ª etapa da adutora do Congo e a translitorânea, que auxilia no abastecimento de água de João Pessoa. De acordo com João Azevedo, a translitorânea é a que se encontra em situação mais complicada para ser destravada. "Além de empecilhos à sua execução, há problemas no projeto, no Tribunal de Contas da União (TCU) e demais problemas legais", revela. Integrante do pacote de obras do PAC, a translitorânea, uma das maiores obras de saneamento do Estado, beneficiará mais de 1,5 milhão de paraibanos de João Pessoa, Bayeux, Santa Rita, Cabedelo e Conde. O Centro de Convenções, uma das obras mais esperadas do governo de José Maranhão, também encontra-se paralisada e tão logo sejam resolvidas as pendências financeiras e legais, os trabalhos serão retomados, diz Azevedo.
Da redação / Nordeste1 com O Norte

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