Além de revelar talentos, os jogos definem como os respeitos podem ser mantidos dentro de uma disputa limpa.
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| José Jeová Correia de Oliveira – Empresário |
Contando apenas com o apoio do comércio local, o Alagoinha Futebol Clube se diz orgulhoso de colocar o nome da cidade no cenário do esporte paraibano. Segundo o técnico Jonas Batista, uma das coisas que mais os impulsionaram foram às constantes negativas da prefeita Alcione Beltrão, que, segundo ele, sempre afastou qualquer tipo de apoio ou incentivo.
Depois de 12 anos de jejum o Alagoinha Futebol Clube segue na semifinal da Copa Rural 2013 como um dos favoritos para ser o campeão. Mesmo tendo perdido de 1X0 para o Nacional de Cacimba de Dentro, no domingo (29), pelos jogos de ida, a garra e a tradição o levam a disputar, amanhã (05), os jogos de volta contra o mesmo time na cidade de Alagoa Grande.
Outro incentivador é o empresário José Jeová que se colocou como um agregador de valores, para ele, estes eventos produzem calor humano e unidade entre as pessoas. “É emocionante ver as pessoas torcerem e gritar o nome de sua cidade.” A função social desses eventos é algo que fica claro, é através dos esportes que muitas crianças se inspiram em seus ídolos para construírem novos futuros e novos cidadãos. Cidadania para emancipação sólida do país. “Contra tudo e contra todos, imperou o bom senso.” Disse Jeová.
Além de revelar talentos, os jogos definem como os respeitos podem ser mantidos dentro de uma disputa limpa. “É papel de qualquer ser humano, empresário ou não, político ou não, buscar formas de atenderem as solicitações do povo, nem que seja em seu aspecto moral. Os comerciantes de Alagoinha se fizeram representar como classe e não deixaram que o time não disputasse o torneio. Mostramos que podemos fazer a diferença,” concluiu Jeová.
Com RVNoticias.com
Da Redação | Nordeste1

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