MST e CUT fecham trechos de rodovias federais na Paraíba
Manifestantes
dos Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) e a Central Única dos
Trabalhadores (CUT) interditaram, por volta das 9h10 desta sexta-feira
(15), o trecho da BR-101 na cidade e Caaporã, na divisa com o estado de
Pernambuco. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF) na Paraíba,
a rodovia federal foi liberada às 11h20. Por volta das 10h20, os
manifestantes fecharam também os dois sentidos do trecho da BR 361, no
km 57, na cidade de Olho D'Água, no Sertão paraibano. Às 14h30 a PRF
informou que todas as rodovias na Paraíba estavam liberadas.
Segundo um dos
integrantes da coordenação estadual de MST na Paraíba, Augusto
Belarmino, os bloqueios desta sexta-feira estão relacionados ao Massacre
dos Carajás, ocorrido em 1996 no Pará. "Há 20 anos ocorreu o massacre
que matou vários sem-terras e até hoje nenhum policial foi punido.
Estamos fechando as rodovias para pedir que as autoridades públicas
tomem as medidas cabíveis", ressaltou.
Ainda de acordo
com a PRF, outro trecho, no km 460 da BR-230, na cidade de Sousa, no
Sertão da Paraíba também foi interditado por volta das 9h40 e liberado
poucos minutos depois por manifestantes do MST. Até as 11h a rodovia
BR-361 esteve fechada.
G1
Gêmeos nascem com microcefalia em maternidade de Campina Grande
Uma mulher que
mora na cidade de Areia, no Brejo paraibano, deu à luz a dois bebês
gêmeos com microcefalia na noite da quinta-feira (14) na maternidade do
Instituto de Saúde Elpídio de Almeida (ISEA) em Campina Grande. Segundo a
direção da unidade de saúde, esse é o primeiro caso relatado de gêmeos
com a malformação em que a mãe teve zika durante a gestação.
Conforme
informações do diretor do Isea, Antonio Henriques, o caso já estava
sendo monitorado há algum tempo. "Desde a gestação a mãe já sabia que os
bebês tinham microcefalia", disse. A mulher morava no Rio de Janeiro e
durante a gravidez se mudou para a Paraíba.
Os bebês
nasceram saudáveis, com cerca de 3 quilogramas cada, e vão seguir
internados até o sábado (16) junto com a mãe, que também está saudável,
de acordo com Antonio Henriques. Na segunda-feira (18), já vão ser
encaminhados para o ambulatório especializado em microcefalia do
Hospital Pedro I, em Campina Grande.
G1PB
Governo propõe salário mínimo de R$ 946 para o próximo ano
O governo
propôs aumento no salário mínimo dos atuais R$ 880 para R$ 946 a partir
de janeiro de 2017. O aumento corresponde a um reajuste de 7,5%.
O valor consta
na proposta de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), divulgada nesta
sexta-feira (15) pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. O
congresso será encaminhado ao Congresso Nacional ainda hoje, segundo o
G1.
As projeções
para 2018 e 2019 são de R$ 1.002 e R$ 1.067, respectivamente. Mais de 48
milhões de brasileiros recebem salário mínimo.
O montante
proposto para o salário mínimo do próximo ano ainda pode ser alterado
por causa dos parâmetros usados para calculá-lo (crescimento do PIB e
inflação, medida pelo INPC, em 2015). em 2014, o PIB teve contração de
3,8% e, para a inflação medida pelo INPC, há previsão de alta de 7,27%.
MSN
Após Dilma reunir-se com governadores, Planalto diz que reverteu votos a favor do impeachment
BRASÍLIA - A
presidente Dilma Rousseff comemorou na tarde desta sexta-feira, 15, a
reversão de importantes votos como do primeiro-vice-presidente da
Câmara, Waldir Maranhão (PP-MA), um antigo aliado do principal algoz do
governo, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Esse foi um
dos resultados do trabalho do Planalto, em conjunto com seis
governadores que desembarcaram em Brasília para ajudar o governo: Flávio
Dino (PC do B), do Maranhão, Camilo Santana (PT), do Ceará, Rui Costa
(PT) Bahia, Waldez Góes (PDT), do Amapá, Ricardo Coutinho (PSB), da
Paraíba e Wellington Dias (PT), do Piauí.
Dilma se reuniu
com todos eles, além de vários deputados de suas bancadas. O resultado
desta mobilização, de acordo com o Planalto, é que o governo terá até 30
votos a mais de deputados que mudaram de lado. O governo terá também
pelo menos 20 deputados, a maioria candidatos a prefeitos, que se
ausentarão do plenário no domingo durante a votação do processo de
impeachment de Dilma. "O clima mudou no Planalto", assegurou um
interlocutor direto da presidente, ao relatar que a aposta é
"principalmente nas ausências".
O
ministro-chefe do Gabinete pessoal de Dilma, Jaques Wagner, afirmou que
"o reforço dos governadores surtiu efeito nas bancadas e ampliou nossa
vantagem". Entre as idas e vindas de deputados e seus votos, na noite
desta sexta, em uma de suas planilhas, o Planalto contava com 179 votos,
sete a mais que o mínimo necessário para barrar o impeachment. Aos que
iam ao seu gabinete, a presidente Dilma reiterava que tem os votos para
barrar o impeachment e apresentava a sua planilha e anunciava: "ela (a
planilha) é confiável".
MSN.com

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