sábado, 16 de abril de 2016

MST e CUT fecham trechos de rodovias federais na Paraíba

Manifestantes dos Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) e a Central Única dos Trabalhadores (CUT) interditaram, por volta das 9h10 desta sexta-feira (15), o trecho da BR-101 na cidade e Caaporã, na divisa com o estado de Pernambuco. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF) na Paraíba, a rodovia federal foi liberada às 11h20. Por volta das 10h20, os manifestantes fecharam também os dois sentidos do trecho da BR 361, no km 57, na cidade de Olho D'Água, no Sertão paraibano. Às 14h30 a PRF informou que todas as rodovias na Paraíba estavam liberadas.

Segundo um dos integrantes da coordenação estadual de MST na Paraíba, Augusto Belarmino, os bloqueios desta sexta-feira estão relacionados ao Massacre dos Carajás, ocorrido em 1996 no Pará. "Há 20 anos ocorreu o massacre que matou vários sem-terras e até hoje nenhum policial foi punido. Estamos fechando as rodovias para pedir que as autoridades públicas tomem as medidas cabíveis", ressaltou.
Ainda de acordo com a PRF, outro trecho, no km 460 da BR-230, na cidade de Sousa, no Sertão da Paraíba também foi interditado por volta das 9h40 e liberado poucos minutos depois por manifestantes do MST. Até as 11h a rodovia BR-361 esteve fechada.

G1

Gêmeos nascem com microcefalia em maternidade de Campina Grande

Uma mulher que mora na cidade de Areia, no Brejo paraibano, deu à luz a dois bebês gêmeos com microcefalia na noite da quinta-feira (14) na maternidade do Instituto de Saúde Elpídio de Almeida (ISEA) em Campina Grande. Segundo a direção da unidade de saúde, esse é o primeiro caso relatado de gêmeos com a malformação em que a mãe teve zika durante a gestação.

Conforme informações do diretor do Isea, Antonio Henriques, o caso já estava sendo monitorado há algum tempo. "Desde a gestação a mãe já sabia que os bebês tinham microcefalia", disse. A mulher morava no Rio de Janeiro e durante a gravidez se mudou para a Paraíba.
Os bebês nasceram saudáveis, com cerca de 3 quilogramas cada, e vão seguir internados até o sábado (16) junto com a mãe, que também está saudável, de acordo com Antonio Henriques. Na segunda-feira (18), já vão ser encaminhados para o ambulatório especializado em microcefalia do Hospital Pedro I, em Campina Grande.

G1PB

Governo propõe salário mínimo de R$ 946 para o próximo ano

O governo propôs aumento no salário mínimo dos atuais R$ 880 para R$ 946 a partir de janeiro de 2017. O aumento corresponde a um reajuste de 7,5%.

O valor consta na proposta de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), divulgada nesta sexta-feira (15) pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. O congresso será encaminhado ao Congresso Nacional ainda hoje, segundo o G1.

As projeções para 2018 e 2019 são de R$ 1.002 e R$ 1.067, respectivamente. Mais de 48 milhões de brasileiros recebem salário mínimo.

O montante proposto para o salário mínimo do próximo ano ainda pode ser alterado por causa dos parâmetros usados para calculá-lo (crescimento do PIB e inflação, medida pelo INPC, em 2015). em 2014, o PIB teve contração de 3,8% e, para a inflação medida pelo INPC, há previsão de alta de 7,27%.


MSN

Após Dilma reunir-se com governadores, Planalto diz que reverteu votos a favor do impeachment

BRASÍLIA - A presidente Dilma Rousseff comemorou na tarde desta sexta-feira, 15, a reversão de importantes votos como do primeiro-vice-presidente da Câmara, Waldir Maranhão (PP-MA), um antigo aliado do principal algoz do governo, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Esse foi um dos resultados do trabalho do Planalto, em conjunto com seis governadores que desembarcaram em Brasília para ajudar o governo: Flávio Dino (PC do B), do Maranhão, Camilo Santana (PT), do Ceará, Rui Costa (PT) Bahia, Waldez Góes (PDT), do Amapá, Ricardo Coutinho (PSB), da Paraíba e Wellington Dias (PT), do Piauí.

Dilma se reuniu com todos eles, além de vários deputados de suas bancadas. O resultado desta mobilização, de acordo com o Planalto, é que o governo terá até 30 votos a mais de deputados que mudaram de lado. O governo terá também pelo menos 20 deputados, a maioria candidatos a prefeitos, que se ausentarão do plenário no domingo durante a votação do processo de impeachment de Dilma. "O clima mudou no Planalto", assegurou um interlocutor direto da presidente, ao relatar que a aposta é "principalmente nas ausências".

O ministro-chefe do Gabinete pessoal de Dilma, Jaques Wagner, afirmou que "o reforço dos governadores surtiu efeito nas bancadas e ampliou nossa vantagem". Entre as idas e vindas de deputados e seus votos, na noite desta sexta, em uma de suas planilhas, o Planalto contava com 179 votos, sete a mais que o mínimo necessário para barrar o impeachment. Aos que iam ao seu gabinete, a presidente Dilma reiterava que tem os votos para barrar o impeachment e apresentava a sua planilha e anunciava: "ela (a planilha) é confiável".

MSN.com

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